27 comentários:
De Anónimo a 7 de Abril de 2008 às 16:38
Não recebi o manual, mas a ideia de filosofia que se infere da capa é de fugir. Rolando, tens a certeza que não é um manual de parapsicologia?
Abraço,

Vítor João Oliveira
De rolandoa a 7 de Abril de 2008 às 17:43
Olá Vitor,
Realmente não me parece, de todo, um mau manual. Há nele muita coisa aproveitável, mas também muitos aspectos a melhorar. Também não gostei do aspecto gráfico.
Abraço
Rolando Almeida
De Anónimo a 7 de Abril de 2008 às 18:16
Rolando,
como disse antes, nem sequer conheço o manual, mas o conteúdo da capa e não tanto o seu aspecto gráfico, levam a concluir que a filosofia estará de alguma forma aparentada com o oculto e isso, independentemente das boas intenções (que haverá seguramente), não me parece, em qualquer circunstãncia, uma boa ideia.
Abraço

Vítor João Oliveira
De Mário Silva a 7 de Abril de 2008 às 22:10
Caro Rolando:
Como sempre, aprecio bastante os seus comentários. Sempre assertivo, decisivo, implacável. Gosto particularmente da forma como aponta os inúmeros erros que vai detectando aqui e acolá. Deixo-lhe um desafio: no seu comentário "Os autores referem - o que está certo - que a segunda premissa é particular" tem um erro muito feio... sim... o Rolando, o crítico dos outros, ao correr da pena, disse uma daquelas asneiras que nem a um aluno do 11.º ano se admite.
Tente descobrir. Se não conseguir eu dou-lhe uma ajuda (não lhe recomendo livros, porque isso sabe bem fazer no seu blog).
De rolandoa a 7 de Abril de 2008 às 22:27
Caro Mário,
Mesmo que eu errasse, qual é a vergonha? Não vejo problema especial nisso nem vejo o que possa suceder daí: o Rolando erra, logo não pode apontar os erros dos outros?
Depois, o Mário pode e deve apontar os erros que encontra nas minhas apreciações. Só lhe tenhoa agradecer. Creio que se refere à suposta universalidade da segunda premissa no argumento. Acontece que, mesmo que existam versões que defendem que esse tipo de proposições são universais, é um pouco tonto tomá-las como tal. Para além de tudo, esse tipo de proposições não têm lugar na lógica de Aristóteles. Com efeito, o meu conhecimento pode estar limitado, mas se há discussão em torno desse tipo de proposições, mais uma razão que nos pode levar a concluir que mais valia não as ter usado. Creio que é a isto que se refere, mas como não o diz explicitamente, não posso adivinhar. Pode recomendar livros à vontade. Como sabe, disponiblizo o blog à intervenção de todos, pelo que até lhe agradeço.
Abraço
Rolando Almeida
De Amandio Fontoura a 8 de Abril de 2008 às 16:21
Caro Rolando, não posso falar pelos autores dos outros manuais, mas essa ideia que transmite de que os autores de manuais de filosofia devem ser uns tristes coitados, pequeno-burgueses desta província portuguesa que andam atrás de mais uns cobres porque são mal pagos, não dá para estes autores. Em relação à sua crítica a este manual, e sem sequer querer ser pretensioso ou dar-lhe a lucidez na análise que me parece que irá ter reduzidamente aos bochechos, só me lembro de uma imagem: sair da caverna deve ser uma tarefa bem complicada, como augurava Platão. É evidente que este manual não se regeu por estruturas apresentadas tradicionalmente nos manuais convencionais portugueses. Tem uma ambição de qualidade e raiz mais europeia. Afinal é nela que nos integramos. Se observar com mais atenção, descobrirá uma estrutura (5 partes: conceitos, problemática, textos, exercícios e debate- Olhar sobre Imagem. Confiamos que este Manual permitirá um bom apoio ao estudo pessoal do aluno em casa (conceitos/problemática/exercícios)e será um apoio documental ao professor na sala de aula (textos/exercícios/Olhar sobre Imagem). Como consideramos que o professor não é um simples monitor de filosofia e portanto tem a sua própria sensibilidade e o modo próprio de gerir conteúdos e análises, não inundamos de exercícios a sua tarefa. Só fornecemos o essencial, a questão que atinja o essencial da problemática, a questão que foque o essencial dos textos. Deixamos em aberto lugar para toda a iniciativa do docente. Por essa razão não compreendemos como se podem fornecer exercícios ...e as respectivas respostas, que são, não para os alunos, mas só para os professores!!!...como se em filosofia as respostas fossem standardizadas e os professores correspondessem à imagem que deles querem que a população tenha. Repare também como a nossa preocupação com o aluno nos leva a fazer perguntas laterais nas páginas da problemática, para o encaminhar a assimilar melhor os conteúdos. E, já agora, reparou como os conteúdos seguem absolutamente de perto os exigidos ponto a ponto no programa?...

Em relação às suas observações sobre o capítulo inicial de Lógica...em 155 páginas (só de Lógica!) critica pormenores irrelevantes e fá-lo sem razão: como questionar o interesse dos juízos dialécticos pela verdade, confundir factos com argumentos, querer ignorar que Nenhuma lisboeta é sueca é uma proposição universal, pretender afirmar que a lógica informal é rigorosa, não distinguir entre rigor de análise filosófica e exactidão positiva, e querer estabelecer a confusão, essa sim espalhafatosa , com insinuações gratuitas e irresponsáveis - “Creio que daqui já se retém uma ideia mínima das cenas dos próximos capítulos.” ... Quanto à fenomenologia, é compreensível que não goste. Mas nós achamos que é pertinente. Considerar que as fotografias " são mais condignas de um catecismo" ou o manual " um objecto de propaganda religiosa tal é a pimbalhada das imagens" é mesmo de muito mau tom. Se calhar é uma boa linguagem de blog, mas assim ninguém o leva a sério. Porém, acredite, o critério estético deste Manual não tem mesmo nada, mas mesmo nada, a ver com religião. Não sei aonde foi buscar essa...Mas aproveito o seu contexto : talvez aquilo que ao longe lhe parecia uma capela, agora ao perto talvez lhe possa parecer mais uma catedral...será?!... Contudo, queremos vê-lo feliz e assim, pode encontrar um livro de título homónimo que editamos ( sem imagens) e que teremos gosto em oferecer-lhe um exemplar para saborear enquanto toma um café.

Permita-me dar-lhe uma deixa: questione em vez de afirmar, pergunte em vez de ajuizar, seja aberto em vez de direccionado...Todos vão ganhar.

Fique bem.

Amandio Fontoura, co-autor de "Este Amor pelo Saber"- Filosofia 11 e "Este Amor pelo Saber", Lisboa, ed. Folha Cultural, 2007

http://folhadeponto.blogspot.com/

De rolandoa a 8 de Abril de 2008 às 17:18
Caro Amândio,
Agradeço a sua resposta. Nela perdeu mais tempo a fazer ataques pessoais do que propriamente a mostrar que os erros do seu manual não são, efectivamente, erros. Caro Fontoura, por ser autor de um manual isso implica que não erra? Que está imune ao erro? E se não está por que razão não posso apontá-los? É verdade que me cingi ao primeiro capítulo do seu manual, mas acha irrelevante dar uma definição errada de dedução? Eu não acho e um aluno mais atento poderia levantar-lhe sérios problemas que não sei como é que o professor iria responder, por exemplo, no ponto do programa sobre Filosofia da Ciência.
Segundo: claro que o seu manual cumpre os requisitos programáticos. O Amândio esqueceu-se de dizer que os conteúdos programáticos são tão vagos que todos os manuais os cumprem, pelo que daí o seu manual, apesar de responsável, não apresenta qualquer vantagem em relação aos outros manuais. Também não sei ao que se refere quando afirma que o seu manual tem uma ambição de qualidade mais europeia. Não me impressiona que o seu manual esteja mais em consonância com as tendências europeias ou asiáticas, mas impressionar-me-á se estiver em consonância com a filosofia e o seu ensino e evitar erros comuns.
Caro Fontoura, é por esta razão que em Portugal não se faz crítica pública de manuais e a sua reacção é um bom exemplo disso, porque pura e simplesmente os autores atacam com todos os dragões à guarda. Já tenho essa experiência antes do meu blog, por exemplo, na minha breve passagem pelo Jornal de Letras. Sejamos directos, o problema é esse, o Amândio não encara bem a crítica e a melhor forma de a descaracterizar é atacando-a com falácias. Aplique as falácias que vem no seu manual ao seu comentário e veja como lá se encaixam. Caro Fontoura, não me demonstrou porque é que os erros que apontei não são erros, mas pode fazê-lo. E mais: creio que o meu blog não possui grande expressão, mas se o Amândio quiser ou achar conveniente, pode escrever um texto curto e simples no qual mostre que eu errei nos meus comentários. Terei gosto em publicá-lo, não para alimentar polémicas, mas para mostrar aos leitores como se faz a filosofia, discutindo opções, discutindo conteúdos.
De resto, como referi, à falta de melhor, eu próprio usaria o seu manual, mesmo tendo que fazer muitas correcções que me parecem erradas e que tentei mostrar porquê.
Creio que o Amândio não leu bem o meu texto e centrou-se mais nos ataques pessoais.
Até breve
Rolando Almeida
De Miguel do Carmo a 13 de Abril de 2008 às 05:11
Caro Amândio Fountoura,

Já que veio aqui, aproveito para lhe fazer uma pergunta. Constou-me que, no seu manual, Karl Popper é apresentado como um verificacionista. Confirma?
De António Paulo a 8 de Abril de 2008 às 21:21
Concordo com a tua apreciação do manual. Contudo, ao nível da qualidade, este manual não fica muito atrás do Pensar Azul do 11º ano (que já o conheço) e que foi o manual mais adoptado no 10º ano.
De rolandoa a 8 de Abril de 2008 às 21:29
Olá Paulo,
Ainda não recebi mais nenhum manual. Creio que esta semana ainda chega mais um ou outro, mas não estou certo. Só espero conseguir tempo para escrever sobre todos os manuais. Concordo contigo: considero injusto que o Pensar Azul seja o manual mais adoptado no 10º ano quando existem opções muitop mais consistentes.
Abraço
Rolando A
De Valter Boita a 9 de Abril de 2008 às 12:27
Olá Rolando! Estou integralmente de acordo e o autor do "Este amor pelo saber" não me elucidou quanto à selecção da fenomenologia em detrimento de uma teoria mais simples e mais próxima dos alunos, como a teoria da CVJ. Deixei de leccionar a descrição fenomenológica do conhecimento, que consta do manual do 11º com o qual tenho trabalhado, precisamente pela reacção dos alunos ser bem diferente da que apresentam aquando da análise da teoria da CVJ.
Esta teoria supera a descrição fenomenológica pelas seguintes razões:
1. adequa-se ao nível etário dos alunos do 11º ano;
2. como se trata de uma iniciação aos problemas epistemológicos, faz mais sentido, assumindo uma posição hermenêutica, começar pelo conceito de conhecimento e as condições que o tornam possível;
3. asseguram um estilo didáctico mais socrático, interrogador e reflectinte, sendo possível seguir o percurso do vivido ao pensado;
4. promove com mais qualidade a autonomia dos alunos ao fornecer-lhes contra-exemplos a esta teoria, e os alunos não são forçados a aceitá-la dogmaticamente , como acontece com a fenomenológica;
5. promove o pensamento crítico e a reflexão filosófica, munindo-os ainda de ferramentas conceptuais mais precisas para a análise comparativa de duas teorias do conhecimento a estudar posteriormente.

Por todas estas razões, foi uma péssima escolha para o manual "Este amor pelo saber", integrar a fenomenologia, independentemente dos interesses filosóficos dos autores. Os autores, todos eles, de um manual devem ser o mais imparciais possível quanto à posição que assumem perante a filosofia, de modo a conseguir tornar o discurso do manual estimulador do espírito crítico e da autonomia dos alunos.

O manual "Pensar Azul" que foi o que mais demoradamente analisei, recebendo-o numa sessão de divulgação, não superou as dificuldades que o manual "705 azul" apresentava. Pelo contrário, em termos de grafismo e "layout" está bem pior e pouco cativante para os alunos. Alías, tenho uma irmã mais nova que vai para o secundário e quando viu o manual disse-me: "Com este livro nem apetece estudar". É que as cores mortas, o cinzento pálido e o amarelo rasgado, não cativam a atenção dos leitores. Por outro lado, os autores mantêm a sua fidelidade a uma linha de pensamento didáctico-pedagógico que é adequada e exequível, mas falha na apresentação de estratégias (seja pelas actividades sugeridas, seja pelo discurso dos autores) promotoras da autonomia dos alunos. O arrazoado de citações de Dalai Lama, Maria Filomena Mónica ou da Maria Teresa de Calcutá, confundem o ensino da filosofia e os alunos.
Espero não ter que ensinar com esse manual, pois sou incapaz de entender a filosofia como um pensar azul. Azul porque pretende o absoluto e a transcendência. Infelizmente, quando li partes do manual ocorreu-me a expressão inglesa que bem representou o meu estado de espíirito: "I'm blue!".

Um abraço
De rolandoa a 9 de Abril de 2008 às 21:15
Valter,
Creio que a tua irmã acaba por ser o melhor juíz :-)
Obrigado pelas referências.
Abraço
De Maria das Dores a 9 de Abril de 2008 às 21:34
A minha prima também disse: "Com este manual apetece-me vomitar, enquanto tento estancar as hemorragias internas". O manual era o Arte de Pensar.
Acho que ela também é boa juiza!...
De rolandoa a 9 de Abril de 2008 às 21:44
Olá Maria,
Tem a certeza que foi a sua prima ou foi mesmo a Maria?
:-)
De António Paulo a 10 de Abril de 2008 às 21:43
Olá Maria:
Esses tipos de comentários não dignificam nada aquilo que deveria ser uma postura racional sobre os problemas. ´
Já agora, o que o "Arte" tem que lhe provoca tanta aflição hemorrágica? Será o rigor do tratamento da informação? Será a linguagem acessível, mas credível do discurso filosófico? Será a selecção criteriosa dos problemas filosóficos?
A Maria pode discordar do manual ou do que quiser, mas tem de apresentar bons argumentos . Isso é o elementar da filosofia.
De Anónimo a 10 de Abril de 2008 às 23:38
Não perceberam? A ideia que compreendi do post da Maria era a de mostrar que as irmãs e as primas não são bons juízes...de forma caricaturizada! Os alunos e alunas deste país consideram, na generalidade, que os livros não dão vontade de estudar...qualquer que ele seja!!!
De rolandoa a 11 de Abril de 2008 às 00:07
Caro Anónimo,
A generalização que faz é falaciosa porque precipitada. 1º os alunos não acham a generalidade dos manuais apelativos tal como eu não acho. repare que os manuais são os livros que os alunos por regra conhecem e lidam todos os dias.
2º ainda que os alunos achem isso, a nossa função é precisamente estimulá-los e fazer manuais estimulantes e com rigor. Esses manuais são em menor número mas existem, e, ao contrário do que diz, os alunos gostam. Tem é de lhe saber mostrar. Ou se os seus filhos não gostarem de livros o caro anónimo vai cruzar os braços? Ou vai educá-los?
De Anónimo a 11 de Abril de 2008 às 22:26
Desde que não confunda proposições Universais / Particulares / Singulares...
De António Paulo a 11 de Abril de 2008 às 23:07
O anonimato é um manto diáfano que...
De Anónimo a 14 de Abril de 2008 às 20:50
Grande M.ª das Dores. Se a conhecesse dava-lhe um grande beijo, porque merece. Teve a coragem de dizer em voz alta o que toda a gente pensa destes tipos da analítica: são sempre os mesmos, dizem sempre o mesmo e citam sempre o mesmo. Estão a acabar com a filosofia, mas não porque encontraram a verdade, seu fundamento último...
De António Paulo a 14 de Abril de 2008 às 21:27
Acabar com a filosofia é ressuscitar a sua essência (revilatizar os problemas da filosofia e problematizar as suas teses)?
Sem pretender incorrer na falácia dpo falso dilema, pergunto então se a "vida" da filosofia é abraçar o eduqês da pseudo-filosofia-psicologia-antropologia-história das ideias e outras "logias" (des)caracterizadoras da filosofia?
É uma enorme lição que dá aos seus alunos (não a dá porque assina como anónimo) quando lhe falta melhores argumentos baptiza quem lhe apetece de "tipos".
Aluno meu que assim argumentasse, tinha de certeza negativa no seu trabalho.
De António Paulo a 14 de Abril de 2008 às 21:28
Correcção
"do"
"eduquês"
De rolandoa a 14 de Abril de 2008 às 21:33
Caros leitores,
Agradeço que:
1º poupem os ataques pessoais como se estivessemos em guerra no iraque.
2º assinem as vossas mensagens
Obrigado
De Carla Silva a 17 de Abril de 2008 às 12:29
Tenho estado atenta às apreciações que têm vindo a ser realizadas aos manuais que agora começam a aparecer. Considero que as críticas devem ser construtivas e não negativas, pelo que não posso compreender olguns ataques que aqui se encontram. Independentemente de gostarmos mais de um manual do que outro, não devemos nunca atacar o(s) autor(es) do manual, mas antes a sua tese. Quando coemçamos a atacar a pessoa, a coisa vai mal. E permitam-me, comentários como alguns que acima de apresentam não dignificam em nada a Filosofia.
De rolandoa a 17 de Abril de 2008 às 13:58
Cara Carla,
Agradeço o seu comentário. Não percebi se está a referir-se às minhas críticas. Se sim, agradeço que exemplifique onde, nelas, faço ataques pessoais aos autores dos manuais para eu poder dar-lhe resposta.
Obrigado
De Carla Silva a 17 de Abril de 2008 às 22:42
Os comentários a que aludo dizem respeito a comentários que foram feitos acerca do manula, por exemplo, empregar o termo "vomitar", não me parece propriamente o mais adequado. Já agora, permita-me que aluda à capa deste manual - Este amor pelo saber. Se atentarmos verificamos que esta apresenta um Dolmen - não uma igreja como se sugeriu - a ser assim, parece-me que a leitura pode ser bem diferente da que tem vindo a ser feita. Quem sabe não estarão os autores a fazer uma analogia com as raízes históricas da filosofia? Porque o Dolmen é feito de Pedra, onde ficam "dormentes" as almas, e logo a seguir se apresenta a luz na imagem, não poderá isto significar que é urgente dar espaço ao espírito crítico, soltar do turpor, do adormecimento o espírito? Continue o bom trabalho.
De rolandoa a 18 de Abril de 2008 às 00:24
Cara Carla,
Creio que acima de tudo deviamos respeitar os autores e os colegas de trabalho. Tenho alguma experiência de participação em fóruns, comentários de blogs, etc... e é quase sempre assim: 90% são ou insultos ou elogios e 10% são de gente que está realmente interessada em aprender, discordar e discutir.
Obrigado pelo seu comentário

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