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A Filosofia no Ensino Secundário

Novidades editoriais de interesse para estudantes e professores de Filosofia.

A Filosofia no Ensino Secundário

Novidades editoriais de interesse para estudantes e professores de Filosofia.

Filosofia na web - Logosfera

Sem título O Logosfera é mais um interessante blog de filosofia da responsabilidade dos professores Carlos Marques e Helena Serrão, da Escola Secundária Luís de Freitas Branco. Entre outros textos, no Logosfera os estudantes encontram muitos e preciosos materiais de apoio. Gradualmente estas iniciativas vão alterando, para melhor, o panorama do ensino da filosofia, ao mesmo tempo que é interessante notar a iniciativa destes professores e a vontade na divulgação da sua disciplina. Os autores estão de parabéns e o exemplo é para seguir. Não deixa de ser interessante também notar que são os professores de filosofia no ensino secundário que mais investem na tão necessária divulgação da filosofia. Clicar na imagem para aceder ao blog.

Filosofia na web – Dúvida Metódica

Sem título Descobri o blog Dúvida Metódica (clicar na imagem para linkar) a partir de um comentário de um leitor. Trata-se de mais um blog de apoio aos estudantes, neste caso, da Escola Secundária de Pinheiro e Rosa, em Faro. Vale a pena espreitar e seguir o exemplo. O blog é da responsabilidade dos professores Carlos Pires e Sara Raposo.

Negar condicionais

 1-Seta Em conversa com um colega de filosofia, este deu-me um exemplo muito intuitivo para compreender a negação da condicional. Se alguém me disser “se eu for à Madeira, vou visitar o Rolando”. Para negar esta frase a forma correcta não é “Se eu não for à Madeira, não vou visitar o Rolando”. A negação de uma frase tem de alterar o valor de verdade da frase de partida. Assim se a frase que se quer negar for verdadeira, a sua negação terá de ser falsa e vice versa. Deste modo, se “se eu for à Madeira, vou visitar o Rolando” for verdadeira, negando-a como “se eu não for à Madeira, não vou visitar o Rolando” continua à mesma verdadeira, de modo que esta não é a forma da sua negação. Então como negar? Basta pensar que se “se eu for à Madeira, vou visitar o Rolando” for verdade, em que condições é que se é mentiroso? Se se for à Madeira, mas não se tiver ido visitar o Rolando, pelo que a negação correcta é, “Eu fui à Madeira, mas não fui visitar o Rolando”. Se for verdade que o protagonista da frase de origem veio à Madeira, mas não me veio visitar, negou a frase de origem tornando-a falsa e verdadeira a frase de chegada.

A mania dos manuais

9780415458214 Posso ser acusado de ter a mania dos manuais. Falo muito deles, é verdade. Mas a realidade é que a minha profissão assim o exige. Para quem gosta de ensinar, os manuais podem ocupar uma boa parte do tempo de planificação de aulas. De um lado o manual, do outro o programa da disciplina, em cima, a planificação de escola e ainda um espaço para um caderno ou PC para tirar notas, organizar esquemas, enfim, para todo o trabalho que implica pensar uma aula. É no percurso destas tarefas que nos damos conta dos bons e dos maus manuais. Há pouco estava a ver o powerpoint que resume a comunicação de Tomás Carneiro sobre o curso de pensamento crítico para jovens no encontro nacional de professores de filosofia deste ano e deparei-me com referências ao livro de Alec Fisher, critical thinking. Gosto especialmente deste livro e não me importaria nada de adoptar como manual. De repente ocorre-me a ideia de tentar descobrir qual a razão que faz com traduzamos quase tudo o que queremos estudar, mas não o fazemos com manuais escolares?

Rolando Almeida

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Blog de divulgação da filosofia e do seu ensino no sistema de ensino português. O blog pretende constituir uma pequena introdução à filosofia e aos seus problemas, divulgando livros e iniciativas relacionadas com a filosofia e recorrendo a uma linguagem pouco técnica, simples e despretensiosa mas rigorosa.

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