Caminhamos a bons passos para o ideal romantico de sistema de ensino sem exames. Isso significa que somos mesmo muito bons e nem precisamos de avaliações como exames, já que nos stressam um pouco e não estamos para stresses. Ao mesmo tempo a armadilha é ultra eficaz: sem exames conseguimos sucesso com facilidade. Já que o ME deu cabo do exame de filosofia, vamos vendo o que acontece com os outros. Vale a pena ler o que diz Nuno Crato para o caso da matemática. Ler aqui o que roubei a Educação do Meu Umbigo de Paulo Guinote. esta conversa dos exames e da possibilidade de um ensino sem exames começa a enervar de tão idiota que é. Ainda está por justificar como é que um sistema de ensino pode funcionar sem exames sem, ao mesmo tempo, desvalorizar os conteúdos. A menos que fossemos realmente muito bons, o que não é verdade. Sem exames aprofundamos o nosso isolacionismo e mais vale mesmo evitar comparações com outros países. Por mais que se critique os sistemas educativos de outros países, a realidade que não devemos ocultar é que somos dos últimos em desempenhos elementares como leitura, interpretação e raciocínio.
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