Sábado, 30 de Maio de 2009

2ª Jornadas de Filosofia da EBSGZ

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No próximo dia 5 de Junho decorre na Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco o debate conduzido por alunos do 10º e 11º anos das 2ªs Jornadas de Filosofia da escola. Esta é uma iniciativa do grupo disciplinar de filosofia. A sessão está marcada para as 15 horas, na sala de sessões da escola e aberta a todos quanto queiram discutir e clarificar um pouco mais este problema discutido pela filosofia moral. Contamos para esta iniciativa com o apoio da editora Plátano que simpaticamente ofereceu os prémios finais para ambas as equipas participantes. O jurí é externo ao grupo de professores de filosofia.

publicado por rolandoa às 16:48

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Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

Advertência

Reservo-me ao direito no meu blog de eliminar comentários inapropriados ou insultuosos, como o recente comentário de um leitor que comunicou a partir da cidade de Paredes e que assinou como Carlos e que me chama palhaço atribuindo-me a mim uma responsabilidade que não é minha, mas do filósofo Bertrand Russell, mas que o leitor pura e simplesmente ignorou. As pessoas tem o direito de chamar o que quiserem a mim ou ao Russell se para tal encontrarem razões (ainda que eu discorde). Acontece que o meu blog sendo amador pretende ser minimamente sério já que depende directamente da minha actividade profissional, para além de ser também consequência do meu gosto pelo ensino da filosofia. Continuarei a ter a secção de comentários aberta, mas dispensando aqueles que visam o insulto gratuito e inconsequente. Certamente que a informação que veiculo é simples e muitas vezes vaga. Ela é da minha inteira responsabilidade. Quando iniciei este blog o panorama de divulgação da filosofia em blogues não era muito animador. Hoje em dia a oferta é múltipla, pelo que não existe razão para um leitor visitar o meu blog se este não é do seu agrado ou filiação religiosa. Perante a oferta, há sempre escolhas para gregos e troianos. Infelizmente por razões pessoais não tenho tido oportunidade para escrever artigos mais informativos e extensos. Estive mesmo para extinguir o blog. Não o fiz pois no momento em que o pretendia fazer notei que tinha cerca de 300 a 400 visitas diárias certas. E esse entusiasmo é enorme, o de saber que uma média de, vá lá, um pouco à sorte, mais de 1000 pessoas diferentes podem aceder semanalmente ao blog. É uma boa base para divulgar a minha disciplina. Continuarei a fazê-lo, claro, mas com a convicção que é melhor reservar este espaço a quem realmente esteja interessado em aprender o mundo com a filosofia.

Bom proveito e obrigado a todos.

Rolando Almeida

publicado por rolandoa às 23:18

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Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

Kant, Lógica

Sem ttulo 

Acabei de receber a informação que a editora Texto & Grafia publicará em breve a obra de Kant, Lógica. Não me parece uma obra central nem no conjunto da obra do filósofo, nem no desenvolvimento da lógica tal qual hoje a conhecemos. Mas será sem dúvida uma obra de interesse para todos aqueles que estão próximos da filosofia kantiana para além de uma referência boa à obra de um dos maiores nomes da filosofia. Um excerto da obra pode ser lido AQUI. A tradução é de Artur Morão.

publicado por rolandoa às 22:46

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Terça-feira, 26 de Maio de 2009

X-Phi

xphi 

A primeira vez que li alguma coisa sobre filosofia experimental foi a partir de um artigo qque um amigo brasileiro me recomendou numa conversa no messenger. Na altura, segundo recordo e após a leitura do artigo, pensei: "Mas afinal, toda a filosofia é experimental, ora bolas". Para dizer a verdade não sei se é bem assim. Mas agora já não há razões para desconhecimento. Apareceu em língua portuguesa um blog muito bem informado e preparado para divulgação da X-Phi. Basta clicar na imagem e descobrir pela leitura dos artigos o que é a X-Phi e avaliar as suas potencialidades.

publicado por rolandoa às 23:43

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Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

Roger Scruton

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Li no Logosfera, um recomendável blog de divulgação de filosofia com traduções inéditas feitas pelos autores, que o último livro de Roger Scruton (na imagem) vai sair brevemente na Guerra & Paz. Ficamos assim com um lote confortável de traduções de obras introdutórias à filosofia da arte, se considerarmos os dois volumes publicados pela Bizâncio, o de Nigel Warburton e o de George Dickie.

publicado por rolandoa às 13:57

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Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Paradoxo do barbeiro ii

barbeiro A versão popular do paradoxo do barbeiro

Este paradoxo é atribuído a Russell. Hoje discuti durante uns 10 minutos este paradoxo com os meus alunos, mas creio que ficaram algumas confusões no ar. Vou procurar aqui sistematizar melhor como se desenvolve o paradoxo.

Existe uma aldeia cujo barbeiro reúne duas condições:

1) Faz a barba a todas as pessoas que não fazem a barba a si próprias

2) Só faz a barba a quem não faz a barba a si próprio.

Até aqui nada de especial. O paradoxo surge quando queremos saber quem faz a barba ao barbeiro? Se o barbeiro faz a barba a si próprio, então não pode fazer a barba a si próprio senão viola a condição expressa em 2), a que nos diz que o barbeiro só faz a barba a quem não faz a barba a si próprio. Mas se o barbeiro não faz a barba a si próprio então tem de fazer a barba a si próprio já que essa é a condição expressa em 1), a que diz que o barbeiro faz a barba a todas as pessoas que não fazem a barba a si próprias.

publicado por rolandoa às 00:06

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Quinta-feira, 21 de Maio de 2009

Objecções ao argumento de S Anselmo

           

A primeira pessoa a reagir ao argumento de S. Anselmo foi o seu contemporâneo, o monge Gaunilo de Marmoutier (séc. XI). Gaunilo defendeu que o argumento não é sólido uma vez que podíamos usar o mesmo tipo de argumento para estabelecer a existência de uma série de coisas que não existem na realidade.

          

 

 

publicado por rolandoa às 13:42

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O argumento de S. Anselmo

Ao reflectir sobre o conceito de Deus, Santo Anselmo define-o como aquele «ser maior do que o qual nada pode ser pensado». Daqui, Santo Anselmo conclui que Deus existe, uma vez que se não existisse, não seria aquele ser maior do que o qual nada pode ser pensado. Este é um argumento por redução ao absurdo. Vejamos em mais pormenor como funciona.

 

            A primeira distinção importante a ter em conta para compreender o argumento é a diferença entre existir no pensamento e existir na realidade. Exactamente o que significa dizer que algo existe no pensamento? Todas aquelas coisas que podem ser por nós pensadas existem, num certo sentido, no pensamento: existem enquanto objectos do pensamento. Por exemplo, quando pensamos no Pai Natal, ele é o objecto do nosso pensamento e, nesse sentido, o Pai Natal existe, mesmo que não exista na realidade. Deste modo, há coisas que existem apenas no pensamento, pois são objecto do nosso pensamento, sem existirem de facto.

 

publicado por rolandoa às 13:36

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Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

Mais uma grande reforma curricular. Made by Ministério

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publicado por rolandoa às 00:05

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Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

O culto do amadorismo

0.02871700 1211278374_capa_cultoWEB Recentemente no Rerum Natura, Desidério Murcho lançou alguns argumentos que desmontavam a lógica do gratuito na internet. Não se fizeram esperar reacções insultuosas já que, o que se estava a atacar era, afinal, todo um modo de vida de corte e cola que hoje em dia milhares de pessoas tem na internet. Desde o blog, à música gratuita e ao cinema pirata, esse é o brave new world para milhares de utilizadores. Aos olhos desses até fica mal dizer que compramos um disco ou um filme. Atiram-nos logo aos olhos que somos burros, que eles têm isso em minutos em casa sem pagar nada. E há toda uma geração de adolescentes que pura e simplesmente nem se gabam disso, já que não fazem ideia do que seja entrar numa loja de discos ou numa videoteca. Mas desenganem-se estes utilizadores. O que julgam ter de borla, afinal, tem um preço ainda mais elevado a pagar do que se fossem a comprar todo o material que digerem. O livro de Andrew Keen ajuda a perceber esta lógica farsa do amadorismo e do grátis na internet. Foi a minha leitura de fim de semana. Mas  a discussão não acaba neste livro. Há mais para ler sobre o problema e a verdade é uma busca entre teses opostas.

Andrew Keen, O culto do amadorismo, Guerra e Paz, 2008, Trad. Susana Serrão

publicado por rolandoa às 10:13

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Domingo, 17 de Maio de 2009

O comércio do conhecimento nas escolas

 playstation-2reading1 Aproveitando um momento de descanso numa aula de filosofia que durou 4 horas (em virtude das permutas feitas para formação), falava com os meus alunos sobre a utilidade da leitura e do conhecimento em geral para a vida dos seres humanos. Um aluno alegou o argumento de que não lê livros e prefere a playstation à leitura porque nunca foi estimulado para a leitura. Ele tem parcialmente razão no argumento que usou. Na verdade somos socialmente mais estimulados para o futebol do que para a ciência, por exemplo. De todo o modo não me parece que o aluno tenha sido estimulado, pelo menos pelos pais, a jogar horas a fio na consola. Creio que a explicação reside mais nas neurociências, já que se trata de perceber como funcionam os nossos canais reagentes a estímulos.

É também verdade que uma aluna abordou a questão da responsabilidade na auto motivação. Foi uma conversa e troca de argumentos interessante e nenhum aluno ousou pensar que a leitura de livros de filosofia ou ciência não serve para nada. Isso eles compreendem. O mais interessante talvez (e já não é a primeira vez que acontece) é que um dos alunos referiu que uma das causas da falta de estímulos à leitura é que os seus professores não lhes falam de livros. E rematou dizendo que é a primeira vez que um professor levava livros para a sala de aula e lhes falava insistentemente dos livros. Ora bem, convivo nas escolas desde que me conheço e prefiro não acreditar que o aluno tem toda a razão e que se trata de uma versão radical da realidade escolar. Mas talvez a minha crença seja uma crença falsa. A única coisa que me cumpre aqui assumir como factual é que todos os anos tenho alunos que vão às livrarias comprar livros como os de Nagel, Daniel Kolak e Raymond Martin ou Nigel Warburton, já que maioritariamente as minhas “demonstrações” de livros recaem nesses autores, que escreveram livros adequados ao estado cognitivo dos estudantes do ensino secundário. Ocasionalmente alunos meus compram livros da Ciência Aberta ou de colecções similares que se dedicam a divulgar a ciência ao público em geral.

Ver mais... )
publicado por rolandoa às 18:25

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Quinta-feira, 14 de Maio de 2009

Boas ideias para trabalhar em filosofia

CartazPansamentoFinal

publicado por rolandoa às 00:44

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Domingo, 10 de Maio de 2009

Novidades que valem a pena

Imagem 2009

publicado por rolandoa às 09:43

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Quarta-feira, 6 de Maio de 2009

Formação

Sem título Após o meu post sobre a formação, alguns leitores amavelmente tem partilhado informações que podem ser úteis a todos nós. Para os colegas residentes na área do grande Porto, a FLUP oferece uma interessante formação creditada, aos Sábados pela manhã. Vou contactar os serviços da faculdade a propor esta formação on line com exame final de aprovação, ou pelo menos semi presencial, em regime de b learning. Clicar na imagem para mais informações. E obrigado aos leitores e colegas.

publicado por rolandoa às 01:06

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Terça-feira, 5 de Maio de 2009

Filosofia em Évora

Sem título

publicado por rolandoa às 19:49

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Formação em filosofia. Procura-se! Viva ou morta!

6a00d8341c4e6153ef00e54f23203c8833-800wi Ando com algumas dúvidas e nada melhor do que as partilhar com o objectivo de melhor as esclarecer. São dúvidas de cariz meramente profissional. Esta semana vou iniciar uma formação que me ocupará até ao final da tarde do próximo sábado numa área que nada tem a ver com a filosofia. Para ser sincero nem sei se ou como vou progredir na carreira, mas, por via das dúvidas, vou fazendo formação. É curioso que os colegas de educação física ou artes tem formação para dar e vender, mas os colegas das áreas científicas já não podem gozar de circunstância igual, o que me parece manifestamente injusto. Mas é o que faz encarar os professores como estando todos na mesma circunstância, posição que sempre me pareceu muito discutível já que encaro que o meu trabalho como professor de filosofia tem de ser ajuizado por uma bitola diferente de um colega que leccione trabalhos manuais, por exemplo. Mas a minha dúvida neste momento é outra. Vendo-me forçado a fazer formação noutras áreas, mas tendo em atenção que terei sempre de fazer 1/3 da formação na minha área de especialidade, onde é que se arranja tal formação? Ou seja, onde é que os colegas de filosofia andam a fazer formação. Tenho sabido destas formações do Centro Diálogos mas pouco mais. E depois do semi fecho do CEF, não encontro mais formação em filosofia. Onde fazê-la é a minha questão? Obrigado aos colegas que queiram aqui partilhar esta solidão. Há uma solução que tenho já no forno: eu próprio preparar a formação. Mas para tal preciso de tempo para a preparar, e tempo é a coisa que nós professores menos temos tido já que o nosso ministério nos obriga a gastá-lo em inutilidades dentro das escolas. Agradeço as vossas sugestões.

publicado por rolandoa às 00:58

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Segunda-feira, 4 de Maio de 2009

As consequências de levar a sério o relativismo cultural

RachelsJames Mesmo que o argumento das diferenças culturais seja inválido, o relativismo cultural pode ser verdadeiro. Como seria se fosse verdadeiro?

Na passagem citada, William Graham Sumner resume a essência do relativismo cultural. Sumner afirma que não há uma medida de certo e errado, além dos padrões de uma sociedade: «A noção de certo está nos hábitos da população. Não reside além deles, não provém de origem independente, para os pôr à prova. O que estiver nos hábitos populares, seja o que for, está certo». Suponha-se que tomávamos isto a sério. Quais seriam algumas das consequências?

1. Deixaríamos de poder afirmar que os costumes de outras sociedades são moralmente inferiores aos nossos. Isto, é claro, é um dos principais aspectos sublinhados pelo relativismo cultural. Teríamos de deixar de condenar outras sociedades simplesmente por serem «diferentes». Enquanto nos concentrarmos apenas em certos exemplos, como as práticas funerárias dos gregos e calatinos isto pode parecer uma atitude sofisticada e esclarecida.

No entanto, seríamos também impedidos de criticar outras práticas menos benignas. Suponha-se que uma sociedade declarava guerra aos seus vizinhos com o intuito de fazer escravos. Ou suponha que uma sociedade era violentamente anti-semita e os seus líderes se propunham destruir os judeus. O relativismo cultural iria impedir-nos de dizer que qualquer destas práticas estava errada. (Nem sequer poderíamos dizer que uma sociedade tolerante em relação aos judeus é melhor que uma sociedade anti-semita, pois isso implicaria um tipo qualquer de padrão transcultural de comparação.) A incapacidade de condenar estas práticas não parece muito esclarecida; pelo contrário, a escravatura e o anti-semitismo afiguram-se erradas onde quer que ocorram. No entanto, se tomássemos a sério o relativismo cultural teríamos de encarar estas práticas sociais como algo imune à crítica.

James Rachels, elementos de filosofia moral, Gradiva, p.40

publicado por rolandoa às 11:10

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Domingo, 3 de Maio de 2009

Ministério Mágico da Educação.

Coelho da cartola Um aspecto que não me agrada na cultura portuguesa é que ainda não se libertou do peso e do poder do Estado. Para tudo o Estado é pai e chamado. As pessoas não tem praticamente cultura de liberdade de chamar a si as responsabilidades e poder de decisão e actuação, com todos os riscos que tal implica. Um exemplo muito simples, mas particular da filosofia, pode ser dado com a definição de Platão de conhecimento enquanto crença verdadeira justificada. Durante alguns anos alguns professores ensinaram a definição CVJ e falavam dela aos colegas. Somente um manual teve a coragem de apresentar essa definição, que apesar de correcta, remava contra a maré do tal erro que de tanto se insistir era tomado como verdade. Até à homologação por parte do Ministério da Educação de um documento que ajustava conteúdos ao programa, as Orientações de Leccionação do Programa de Filosofia, a classe docente de filosofia não acreditava muito na coisa, a não ser uma minoria. Após a homologação desse documento, toda a gente passou a estudar e aceitar essa definição ao ponto dela se tornar tão vulgar que até o mais fraco dos manuais a aborda. E isto tratando-se da classe de professores de filosofia. Imaginemos o resto. Se o Ministério manda, é porque é verdade, ainda que a malta conteste e tal.

Não sei o que seria das aulas de matemática se para lá fossem os docentes ensinar numerologia. Mas é verdade que veio ao conhecimento público o recente caso da homologação pela parte do Ministério de uma formação de professores na treta das crianças índigo. Depois do jogo do pau e da pintura de azulejos só faltava mesmo os professores terem formação em crianças índigo, ao mesmo tempo que temos um ensino macaco, formal, desmotivador e pouco rigoroso. Ao mesmo tempo que o Ministério actual acentua avaliações e reformas avulsas em educação sem sequer tocar na falta de rigor científico com que os programas de ensino são aplicados. Recentemente um colega quando ouviu estes meus argumentos respondeu que essas formações servem para aumentar a cultura geral. Mas para quê aumentar a cultura geral quando a cultura científica do que ensinamos nem sequer possui solidez? Não me importaria nada de fazer uma greve às avaliações a reivindicar rigor científico nos programas curriculares. Mas nada disto importa para se ser professor que é afinal a única coisa que deveria importar.

O que concluo daqui é que este ensino formal e apático, mais baseado na repetição acrítica do que na aprendizagem activa (exceptuando os novos cursos que ensinam a descascar batatas com certificação final equivalente ao 12º ano), é a expressão directa da ideologia. Não se trata de uma ideologia facilmente identificável, como nos estados fascistas em que sabemos o que pensa o ditador. Esta é a ideologia dos brandos costumes, a ideologia da mentalidade imposta do deixa estar, do não te incomodes, do o outro que trabalhe, do tenho que me safar enquanto é tempo. Esta ideologia assenta nos princípios mais elementares do egoísmo tacanho que defende que já que toda a gente se lixa, também tenho de estar a atento e não me deixar lixar, lixando-os eu também. Pensa-se assim que há uma protecção da felicidade. Pura ilusão: é com esta magia do querer mostrar a falsidade como sendo a verdade que todos nos encontramos no lugar certo que é a infelicidade.

publicado por rolandoa às 23:07

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Rolando Almeida


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Blog de divulgação da filosofia e do seu ensino no sistema de ensino português. O blog pretende constituir uma pequena introdução à filosofia e aos seus problemas, divulgando livros e iniciativas relacionadas com a filosofia e recorrendo a uma linguagem pouco técnica, simples e despretensiosa mas rigorosa.

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