Quarta-feira, 30 de Abril de 2008

Filosofia na Web ix

O site da Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes, em Portimão tem uma área destinada à disciplina de filosofia que merece destaque. Desde uma interessante colecção de obras recomendadas pelos professores do grupo, até aos ensaios dos próprios alunos, existe no site muitos motivos para nos determos um pouco nele. Particularmente interessante é o artigo sobre 15 filósofas contemporâneas, que nos dá um panorama da influência das mulheres na filosofia nos nossos dias. Este site merece o destaque, pois todos os materiais disponibilizados são originais e feitos pelos próprios alunos e professores da escola. É o exemplo de uma boa atitude de como um grupo disciplinar pode funcionar. Clicar na imagem para aceder ao site.
publicado por rolandoa às 02:44

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FpC Formação

Nova acção de formação sobre Filosofia Para Crianças. Clicar em "ver mais" para aceder à informação completa e respectiva ficha de inscrição.

publicado por rolandoa às 00:50

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Filosofia na Web vii

Os colegas da Escola EB 2,3/S de Oliveira de Frades tiveram a iniciativa de criar um blog da revista que tem vindo a publicar, Katarsis II. É uma excelente iniciativa e uma possibilidade de chegar a mais estudantes. Aproveito para divulgar aqui mais esta excelente e muito útil iniciativa. Clicar na imagem para aceder.
publicado por rolandoa às 00:44

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Terça-feira, 29 de Abril de 2008

DEF on line Grátis

O manual A Arte de Pensar (Didáctica Editora) acaba de oferecer gratuitamente a novíssima edição on line do Dicionário Escolar de Filosofia, sob a Direcção do Professor Aires Almeida. Assim passamos a ter gratuitamente uma importante ferramenta de trabalho que inclui uma secção de erros e incompreensões mais comuns, sendo que é um trabalho resultante das dúvidas que os próprios professores vão colocando. Para além do conteúdo é interessante que este site é totalmente gratuito, quer se adopte ou não o manual. O dicionário on line está muito simples de usar e segue a mesma metodologia usada na edição em papel, que já era uma ferramenta recomendável para as aulas de filosofia, não só para professores, como para alunos. De salientar ainda a inclusão de um capítulo que fornece recomendações úteis sobre como usar o dicionário. O DEF foi elaborado sob a direcção de Aires Almeida, que é também responsável pelas pequenas entradas não assinadas. Esta versão online é da responsabilidade de Desidério Murcho, que é também co-autor. Os restantes co-autores do DEF são Álvaro Nunes, António Paulo Costa, Célia Teixeira, Júlio Sameiro, Luís Rodrigues, Pedro Galvão e Pedro Santos.
 Uma ferramenta à mão, tanto para alunos como para professores. Clique na imagem para aceder ao site.
publicado por rolandoa às 20:37

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Triturar Mitos

Uma das funções da verdade, desde os filósofos gregos, é triturar mitos, não com o simples objectivo de os triturar, mas porque quando colocamos os miolos a pensar, duas ideias juntas nos fazem perceber a irracionalidade dos mitos. Ora o mito tem muitas expressões e uma das expressões do mito é a ideia feita ou preconceito. E, na filosofia, não cabem argumentos como “ah, ok, temos preconceitos, mas quem não os tem?” para legitimar o facto de sermos preconceituosos. Em filosofia pensamos e se é preconceito revemos as nossas posições. Como? Argumentando.
Rolando Almeida
publicado por rolandoa às 13:52

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A família a manchar um excelente manual

Na verdade estava mesmo a ver que teria de concluir a minha análise aos manuais com apenas dois manuais consistentes que constituem boas opões. Felizmente há mais, até para apaziguar as dezenas de vozes que, para diminuir um manual, afirmam simplesmente “não é o único! Mas há mais”. Não fossem os manuais como o Criticamente e gostaria de saber quais são os “mais” que temos. Ainda não tive acesso ao Logos, o projecto da Santillana, mas este da Porto Editora, Criticamente, é uma opção certa. Aliás, devo dizer que a edição do 11º ano está melhor e mais consistente que a do 10º ano. Não encontrei erros das partes lidas deste manual, o que o coloca desde logo numa situação privilegiada em relação aos seus congéneres. À pergunta, se eu voto a adopção deste manual, a minha resposta é claramente sim. 
Rolando Almeida
 
publicado por rolandoa às 12:22

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Sexta-feira, 25 de Abril de 2008

Um outro olhar sobre a filosofia

O manual Um outro olhar sobre o mundo é uma caricatura da filosofia. Na verdade tenho notado que a análise de manuais tem provocado algum choque e tenho procurado proceder às minhas análises de um modo pedagógico, apontando aspectos que os autores podem e devem melhorar. Como é que procedo para fazer uma análise? Normalmente começo por ir directamente aos pontos nos quais os manuais mais falham. Se notar que daí não decorrem grandes erros, então parto para a análise de outros pontos e, no final, procuro dar uma imagem de conjunto como é que o manual pode funcionar em termos didácticos para os estudantes, analisando o tipo de linguagem e aspectos relacionados com a organização, entre outros.
Rolando Almeida
publicado por rolandoa às 03:08

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Terça-feira, 22 de Abril de 2008

Descontextualizado

O manual Contextos cai em alguns lugares comuns da escrita de manuais, o que faz dele um manual menos interessante para estimular a capacidade crítica dos estudantes. Estranho sempre quando, ao ler um manual, me deparo muitas vezes com afirmações atrás de afirmações, num espírito muito dogmático de afirmar que isto é isto e aquilo é aquilo. A organização de manuais de filosofia como o Contextos faz com que a lógica inicialmente aprendida não possua qualquer utilidade de aplicação nos restantes conteúdos. Ora, o interesse da lógica é fornecer ao estudante a ferramenta para que questione os argumentos dos filósofos e tome as suas próprias posições racionalmente fundamentadas. Claro que aquilo que se pede é a um nível elementar.
Rolando Almeida
publicado por rolandoa às 21:44

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Domingo, 20 de Abril de 2008

Filosofia colorida

Analisei o manual Pensar Azul sob dois aspectos principais: rigor científico e organização metodológica.
O manual em questão não me parece possuir erros científicos flagrantes, apesar de ter encontrado um ou outro que quero esclarecer. Com efeito, a organização metodológica muitas vezes ao longo do manual incita a confusões. São opções que produzem enganos no estudante e que merecem algum esclarecimento. Para mostrar estes aspectos vou aqui dar alguns exemplos.
Rolando Almeida
publicado por rolandoa às 22:51

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Sexta-feira, 18 de Abril de 2008

Amado ou mal amado

Quando hoje cheguei a casa tinha na caixa de correio o livro que aqui apresento. Já há algum tempo que pretendia meter-me numa experiência com o filósofo alemão, após a insistência durante a licenciatura. Estava mesmo interessado se existiria alguma boa introdução a Heidegger moderna que primasse pelo rigor da exposição. Não li ainda o livro todo, mas serviu para uma pausa entre tanta crítica e comentários a manuais escolares. Ao final da tarde, passeando o meu bebé de 5 meses, sentei-me numa esplanada, pedi um café e comecei a ler o livro. O que pude concluir? Que a exposição é realmente clara e toca no limite os principais pontos da filosofia do pensador alemão desde o Ser ao Dasein passando pela linguagem, verdade, tempo, morte, temporalidade, transcendência, consciência, entre outros. A exposição é muito curta (o livro tem 150 páginas) mas eficaz para colocar o leitor perante a obra daquele que é considerado por muitos o maior pensador do século xx. Pude também notar, pelas páginas lidas que, apesar da clareza da exposição, a filosofia de Heidegger é realmente obscura, mas o livro é de todo recomendável para quem já perdeu algumas das leituras centrais do autor. Mas, ainda com a minha mente a pairar sobre tantos comentários aos manuais não pude deixar de notar a afinidade que muita filosofia praticada em Portugal, mesmo no secundário, bebe da influência heideggeriana e pensei de imediato se seria justo acusar a filosofia nacional e alguns manuais de teoria da conspiração tal como alguns leitores tem acusado alguns manuais? Claro que não. Essa ideia parece-me de imediato tola. Heidegger é um pensador que tem o seu lugar e é um autor de difícil acesso, pelo que tomá-lo como influência para a filosofia no secundário só pode dar em tolice. Trata-se de um autor, como muitos outros, que exige uma especialização mais aprofundada em termos filosóficos uma vez que exige o domínio de um léxico pouco comum aos jovens. Mas é um autor complexo não só pela linguagem usada como também pelas ideias, tomadas por uns como inovadoras e, outros, como charlatanice. É, acima de tudo, um filósofo controverso e que merece, obviamente, a nossa atenção enquanto pensador influente no século xx. Michael Inwood é professor de filosofia no Trinity College em Oxford e publicou vários estudos sobre Hegel e Heidegger.
Michael Inwood, Heidegger, a very short introduction, Oxford, 1997
publicado por rolandoa às 23:31

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Manuais - Crítica Pública

Mais abaixo está um post meu com um apelo aos colegas e interessados para redigirem as vossas críticas aos manuais, positivas ou negativas, indicando porque preferem um e não outro. Eu publicarei as criticas em post próprio desde que minimamente fundamentadas e assinadas. Tenho observado muitos palpites nas caixas de comentários, mas à excepção de um colega que procurou fazer uma critica com mais detalhe a um manual (mesmo que eu não concordasse com ela quase na totalidade) mais ninguém enviou críticas e já me apercebi que muitos colegas tem apreciações a fazer sobre os manuais. Este espaço está assim com a porta aberta. Consultar mais abaixo os meus contactos. Creio que esta é a melhor prova que dou que este blog não serve os intentos do manual X ou Y, mas da crítica fundamentada aos manuais. Além disso um blog é informal e aproveito a informalidade para o partilhar com todos os meus colegas.

publicado por rolandoa às 01:39

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Quinta-feira, 17 de Abril de 2008

Ao correr da pena

Recebo dezenas de mails devido ao blog. Uns mais insultuosos, outros mais elogiosos. Já escrevi uma vez sobre isso aqui no blog. Hoje mesmo recebi um, creio que de uma leitora do Brasil, que achei especial pela forma curiosa com que colocou as questões. Resolvi publicar aqui o mail recebido, mais a minha resposta omitindo, claro, a identidade da leitora. Resolvi publicar face a alguns comentários reaccionários que defendem que eu tenho interesses comerciais ou ideológicos em defender o manual X e não o Y. Pura e simplesmente nunca me interessei por manuais enquanto eles eram todos maus. No meu estágio profissional, vão já lá uns 12 anos, praticamente não usei manual. Acontece que hoje em dia há bons manuais no mercado e outros razoáveis, mas com alguns erros de evitar e há manuais que são manifestamente maus e que não servem o ensino da filosofia nem a sua dignidade enquanto disciplina. E acontece também que nunca apreciei a tradicional boca “a filosofia não serve para nada”. No dia em que me retirarem a filosofia como profissão, é provável que deixe de falar dela, não sei. Para já, cumpre o meu dever profissional de me interessar pela minha disciplina e defender aquilo que penso ser o mais justo para o seu ensino. Estou disposto ao debate racional e justo e aceito que as críticas recaiam sobre aspectos dos manuais que refiro como os melhores, mas não sobre teorias da conspiração. Já o tenho dito neste blog que acho muito bem que os autores de manuais ganhem muito dinheiro com o seu trabalho, assim como qualquer bom profissional merece ser bem recompensado. Também eu me dedicaria ainda mais ao blog se fosse pago. Mas sou pago para ensinar filosofia. É um luxo que existe, infelizmente, em poucos países do mundo e eu tenho plena consciência disso. Por essa razão talvez me custe deixar que a minha disciplina seja tantas vezes ignorada nos próprios manuais que a devem ensinar aos jovens estudantes. As minhas ideias estão, pois, sujeitas ao contraditório.
Rolando Almeida
publicado por rolandoa às 18:19

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Mais filosofia no quiosque

Recolhi esta informação no Telegrapho de Hermes. Dois jornais nacionais vão lançar uma colecção que abrange alguns dos nomes da filosofia que mais influenciam a cultura e o pensamento ociental. A colecção parece que é pensada no público geral, e ainda bem. Bom para a filosofia.

publicado por rolandoa às 17:33

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Filosofia Política em Évora

publicado por rolandoa às 14:05

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Quarta-feira, 16 de Abril de 2008

Filosofia ou não filosofia, eis a questão

O Filosofia 11 é um manual competente e pode competir com os melhores porque é um dos melhores manuais que vi( até hoje, ainda me faltam uns 4 manuais). Em comparação com a edição anterior esta está até muito mais cuidada, sem grandes nódoas a manchar o trabalho. O que é que me faz considerar este um bom manual para ensinar filosofia? Os ingredientes habituais que fazem dum manual um bom manual. É rigoroso e muito certo, não lhe encontrando falhas significativas e é dotado de uma linguagem clara. Este é um ponto particularmente interessante por uma razão: há quem defenda que os manuais devem propor actividades diversificadas. Ora, questiono o que se entende por tal? Filmes? Pintar o muro da escola? Fazer a árvore de natal com as caras dos filósofos no lugar das bolas?
Rolando Almeida
publicado por rolandoa às 02:36

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Terça-feira, 15 de Abril de 2008

Tantas vezes o cântaro vai à fonte, até que parte

Com o Percursos estamos perante  um manual que me parece levantar algumas limitações na prática lectiva. A composição do texto dos autores tem erros pontuais o que lhe confere alguma falta de rigor. É com alguma frequência que encontramos frases como esta: "o raciocínio científico, (que infere teorias gerais a partir de observações particulares) é frequentemente apresentado como paradigma de raciocínio indutivo"(p.12).trata-se de uma ideia enganadora. As teorias gerais não se inferem por indução de observações particulares. A observação de casos particulares é um dos elementos da elaboração das teorias científicas, mas não é o único. As teorias são também fortemente dedutivas. As coisas estão misturadas. Para explicar aos alunos o que é a indução, mais vale dar exemplos. Se queremos depois dizer que as ciências empíricas usam muito a indução, temos de o dizer assim e não do modo enganador acima.
Rolando Almeida
publicado por rolandoa às 22:28

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O meu braço tem uma perna aleijada

Estamos perante um manual de filosofia que faz a apologia do relativismo, mas fá-lo em forma de disparate e não discutindo racionalmente os problemas apresentando-os aos alunos de forma clara. E isto é aborrecido porque se quero escrever alguma coisa sobre manuais, não posso deixar passar em branco disparates como os que aparecem neste manual. Confesso que uma análise um pouco mais atenta colocaria a nu ainda mais disparates, mas o que a seguir vou apresentar é em número suficiente para deixar completamente de lado um manual como este. É claro que o desejável na crítica de manuais é que ela seja construtiva. Por construtiva não entendo necessariamente elogiosa. Para isso não escrevia crítica alguma. Por construtiva entendo apontar erros fundamentais que habitualmente aparecem nos manuais e que devem ser evitados pelos autores. Um pouco de trabalho por parte dos autores permite eliminar parte substancial desses erros. O manual agora em análise, Em Diálogo (Lisboa Editora) presta um mau serviço ao ensino da filosofia e impõe aos alunos uma ideia falsa do que é a filosofia. Passo então a explicar porquê:
Rolando Almeida
 
 
publicado por rolandoa às 04:53

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Sexta-feira, 11 de Abril de 2008

O que é que se consegue com um bom ensino da filosofia?

A resposta pode encontrar-se clicando aqui e aqui.
publicado por rolandoa às 12:46

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Quinta-feira, 10 de Abril de 2008

A insustentável leveza do Arte

Para falar outra vez neste manual tenho de fazer algumas considerações preliminares que possam justificar a minha posição. Hesitei muito em escrever sobre o Arte de Pensar do 11º ano e isto porquê? Porque já tenho falado muito nele (mesmo que na última fase tenha divulgado mais outros manuais – como por exemplo os excertos que divulguei do manual da Plátano de Luís Rodrigues) e, claro, é preciso evitar os exageros emotivos. Ao princípio pensei que os leitores deste blog já conhecem o que penso em relação ao Arte de Pensar, pelo que até pouparia algum tempo que poderia dispensar para outros manuais. Cheguei até a pensar que seria uma boa opção falar do Arte de Pensar depois do período das adopções, mostrando dessa forma que não possuo qualquer interesse comercial com o manual.
Rolando Almeida
publicado por rolandoa às 23:58

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Quarta-feira, 9 de Abril de 2008

“Sócrates era grego” é uma proposição universal?

Um leitor chamou-me atenção daquilo que considera ser um erro. Passo a citar: “Deixo-lhe um desafio: no seu comentário "Os autores referem - o que está certo - que a segunda premissa é particular" tem um erro muito feio... sim... o Rolando, o crítico dos outros, ao correr da pena, disse uma daquelas asneiras que nem a um aluno do 11.º ano se admite.”. Ora bem, estou em crer que o leitor se refere a uma proposição que é particular, mas que na lógica aristotélica, ou naquilo que dela fizeram, se considera (artificialmente) universal.
Rolando Almeida
publicado por rolandoa às 23:14

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Rolando Almeida


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Blog de divulgação da filosofia e do seu ensino no sistema de ensino português. O blog pretende constituir uma pequena introdução à filosofia e aos seus problemas, divulgando livros e iniciativas relacionadas com a filosofia e recorrendo a uma linguagem pouco técnica, simples e despretensiosa mas rigorosa.

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