Segunda-feira, 31 de Março de 2008

Filosofia na web VI

Desta vez destaco o LusoSofia, um arquivo português incluindo uma biblioteca com alguns textos fundamentais para a filosofia. A responsabilidade é de Artur Morão, um nome incontornável da filosofia em Portugal pelo gigante trabalho que fez na sua divulgação, tanto como tradutor como director da colecção de filosofia das Edições 70. Poucos estudantes de filosofia nos últimos 20 anos concluíram os seus estudos sem ter usado as obras traduzidas por Morão. Algumas delas são agora disponibilizadas em LusoSofia. No site estão disponibilizadas todas as informações sobre os objectivos e aceitação de arquivos, teses, etc…
publicado por rolandoa às 00:50

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Sábado, 29 de Março de 2008

Entrevista com Jorge Humberto Dias sobre o PROJECT@

Jorge Humberto Dias foi autor do Manual de Formação de Consultores Filosóficos, Filosofia aplicada à vida. Pensar bem, viver melhor, (Esquilo e APAEF) e editou as Actas de IV Congressos da APAEF e escreveu vários artigos sobre o tema, como por exemplo, La Felicidad como Objetivo de la Filosofia Aplicada a la Vida (Grupo de Investigação da Universidade de Sevilha) e Os Alunos como Professores (Peer Instruction) na disciplina de Filosofia – O Ensino Prático da Autonomia (EPA).
Jorge Dias acredita que a filosofia pode desempenhar um papel fundamental na orientação prática para a busca da felicidade. Fundador da APAEF em 2004, Jorge Dias é também Formador de Professores e Consultor Filosófico. Tem realizado sessões de Aconselhamento Filosófico Individual no seu Gabinete PROJECT (Clicar na imagem), em Quarteira, onde recebe consultantes de todo o país. Especializou-se na «Society for Philosophy in Practice», em Londres. É membro do Conselho Científico da «Revista Internacional de Filosofia Prática» e Professor no Mestrado «Filosofia Aplicada à Orientação Racional» (Grupo ETOR – Universidade de Sevilha). É também professor convidado no Mestrado: «Prática Filosófica e Gestão Social» (Universidade de Barcelona).
Jorge Dias tem ainda dado a cara na divulgação da filosofia e manifestado preocupação relativamente ao seu ensino na educação secundária. Era uma falta não convidar Jorge Dias para uma entrevista esclarecedora sobre o seu novo empreendimento, o PROJECT@. Agradeço a disponibilidade imediata do autor para a entrevista que a seguir apresento.
Rolando Almeida
 
publicado por rolandoa às 16:52

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Quinta-feira, 27 de Março de 2008

Valores e racionalidade

Frequentemente ouço falar que não há valores ou que os valores estão em crise. Neste pequeno texto proponho-me defender que a análise dos valores enquanto crise ou não crise não é da competência da filosofia. Do ponto de vista filosófico a análise que deverá ser feita é a racional. Deste modo distancio-me do discurso pseudo filosófico pessimista que defende que o mundo está em crise porque não existem valores. Que razões tenho para pensar assim? Por regra entendo que, quando uma pessoa afirma que os valores estão em crise, significa que houve um tempo mais ou menos recente em que não estiveram em crise. O mesmo acontece com a economia. A economia está em crise em comparação com tempos recentes e só aí é que faz sentido falar de crise. De muitos outros pontos de vista a economia ocidental não está em crise alguma.
Rolando Almeida
publicado por rolandoa às 04:23

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Quarta-feira, 26 de Março de 2008

Contra todos os deuses

Violento dirão uns, delicioso acharão outros. Against all gods é um dos últimos escritos de A. C. Grayling, um filósofo muito conceituado em Inglaterra, com vasta obra, da qual duas estão já publicadas em Portugal. Este livrinho é muito pequeno, de 64 páginas apenas e reúne 6 polémicos ensaios sobre o universo da religião e da crença em deus. Logo a abrir, no primeiro ensaio, Grayling defende que a religião não é mais respeitável que outro ponto de vista qualquer, incluindo o do não religioso. Segundo Grayling a religião corrói a razão humana e há que rever todo o vocabulário religioso.
Um livrinho que tem tanto de pequenino como polémico. A edição em Portugal das obras de Dawkins (Casa das Letras), Sam Harris (Tinta da China), Hitchens (Dom Quixote) e Daniel Denett (Esfera do Caos) pode despertar o interesse dos editores para as obras daqueles que mais e melhor dominam o problema da existência de deus, os filósofos. Mas os editores não se interessam sem o interesse dos leitores. E quem sabe, com obras como estas os nossos brandos costumes levassem um abanão bem medido…
A.      C. Grayling, Against all gods, Six polemics on religion and na Essay on Kindness, Oberon Books, 2007
publicado por rolandoa às 12:01

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Terça-feira, 25 de Março de 2008

Cinquenta mil

E pronto! Andava sempre a ver quando lá chegava. 50.000 no contador, mesmo contando com aqueles que visitam várias vezes ao dia e com os outros que inscrevem o blog nos feeds, o que não conta, tal como as minhas visitas. Este é um número grosso, sem grande rigor, mas é um indicador precioso. E eu não queria comemorar sózinho. Para breve não estou a planear grandes mudanças, uma vez que me espera o trabalho empolgante dos manuais do 11º ano. É que eles caem todos de uma vez e eu agora tenho um bebé cá por casa. O convite para os colegas participarem com a crítica de manuais mantém-se de pé. Para já contei com a colaboração do Valter Boita e da Cátia Faria e de todos aqueles que participaram na discussão nos comentários. Tenho um dia de cumprir a promessa de transformar isto num site organizadinho. Bons ou maus, durante 2007, publiquei aqui mais de 40 artigos meus e gostava de ter tudo arrumadinho. O blog já não aguenta essa arrumação, mas aceitam-se sugestões. Obrigado a todos. 50.000 visitas é um bom número. Contando que o blog não exibe fotos de raparigas despidas é mesmo uma boa conta.

Rolando Almeida

publicado por rolandoa às 00:48

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Domingo, 23 de Março de 2008

Porque gostamos de arte?

Mais uma vez aqui deixo a referência para uma das mais elucidativas obras sobre filosofia da arte disponíveis em língua portuguesa. Primando por uma linguagem clara, requisito fundamental a uma obra de divulgação, este pequeno livro de Nigel Warburton percorre alguns dos principais argumentos para dar solução ao problema da definição da arte. Num tempo em que muito discutimos o valor da arte e o que é e não é uma obra de arte, este livro constitui um bom mapa para nos situarmos melhor nas nossas discussões mais correntes sobre a arte e o seu valor. É notável como após a leitura deste pequeno livro as nossas discussões se revelam revistas de uma argumentação mais consistente. O livro interessa a todos aqueles que discutem a questão do gosto e da arte e da sua definição. Está ainda repleto de exemplos práticos e para além de tudo oferece-nos, ainda que indirectamente, informação consistente sobre a história de arte. É de mais livros desta natureza que o meio português precisa. Parabéns ao editor. Ficámos à espera das cenas dos próximos capítulos. O volume pertence a uma colecçõ que promete, Filosoficamente, aconselhável ao público em geral mas também a todos os profissionais da filosofia que possuem interesse numa lufada de ar fresco da mais comtemporânea escrita filosófica.
Rolando Almeida
Nigel Warburton, O que é a arte?, Bizâncio, 2007 (trad. De Célia Teixeira)
publicado por rolandoa às 15:58

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Quarta-feira, 19 de Março de 2008

O Público irrita

Na segunda feira passada dirigi-me ao quiosque do bairro onde vivo para comprar o livro da nova colecção lançada pelo jornal Público. Aconteceu o que eu mais temia: o jornal chegou, mas o livro não. Hoje mesmo desloquei-me ao centro da cidade do Funchal para comprar o livro. Apesar de tabelados, os suplementos dos jornais e revistas vendem-se, na Madeira, com um custo acrescido. Segundo os vendedores tal quantia é para pagar o transporte. O governo de José Sócrates cortou com os subsídios de transporte às revistas e jornais, pelo que automaticamente o preço sobe. Para se fazer uma ideia, o preço do volume da nova colecção é de 12.90€, mas no Funchal fica a 16.90€. No Funchal estes artigos, com preço estampado na capa, vendem-se, descaradamente, com um preço por cima do estampado escrito a esferográfica. Não pretendo fazer aqui a análise do fenómeno, mas confesso que já me irrita esta situação. Afinal, para que queremos o IVA mais baixo na Madeira? Não era para cobrir o preço da insularidade? Uma coisa tenho a certeza: alguém anda impunemente e livremente a ganhar dinheiro e muito com esta situação e eu pura e simplesmente me recuso a comprar os artigos nestas condições. No site do Público a venda on-line não melhora muito, uma vez que cobram 5€ pelos portes de livro, mesmo que o pagamento seja efectuado previamente pela internet. Conclusão: ficarei sem saber como é a colecção do Público dos Pensadores e se falei dela aqui no meu blog foi mesmo em nome da filosofia e não de quem anda na mamadeira com este negócio.
Rolando Almeida
publicado por rolandoa às 21:09

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Santo Agostinho

Esta é talvez a melhor introdução que temos disponível no mercado português ao pensamento de Santo Agostinho. Gareth B. Matthews é professor de filosofia na Universidade de Massachussets, e um dos maiores especialistas no pensamento de Santo Agostinho. Através desta obra ficamos a compreender porque é que, por exemplo, o cogito cartesiano foi anteriormente postulado por Santo Agostinho. A importância do pensamento de Santo Agostinho deve-se pela sua originalidade ao lançar a discussão sobre problemas filosóficos, ainda em aberto, como o livre arbítrio, o dualismo corpo-mente, e cepticismo, a aquisição da linguagem, entre outros. O livro é escrito de forma clara enfrentando os problemas discutindo-os e colocando o leitor na posição do filósofo, confrontando-o directamente aos problemas em análise. Uma obra que merece o destaque porque interessa não somente aos estudiosos e curioso do pensamento de Agostinho, mas também a todos aqueles que querem entrar nos problemas abordados. É deste tipo de obras que precisámos no mercado português que tanto interessa aos profissionais da filosofia, como ao público curioso pela história do pensamento.
Gareth B. Matthews, Santo Agostinho, Edições 70, 2008, Tradução de Hugo Chelo
publicado por rolandoa às 14:57

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O que é que a história pode fazer pela filosofia?

Apresento a seguir o texto que deu origem à minha comunicação na Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco, na semana da história.
'If you can't say it clearly, you don't understand it yourself' John Searle[1]
 
O ensino da filosofia tem sido fortemente marcado por uma confusão que pretendo desfazer nesta minha exposição. Frequentemente se confunde entre ensinar história da filosofia e filosofia. Para desfazer as confusões e ideias falsas vou apresentar algumas objecções ao argumento de que ensinando a história da filosofia, ao mesmo tempo ensina-se filosofia.
Rolando Almeida
publicado por rolandoa às 13:53

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Domingo, 16 de Março de 2008

O Público de hoje divulga a filosofia, mas….

O Público hoje fez um destaque parcial ao que é a filosofia e as suas potencialidades. Obviamente que a consultadoria filosófica e a filosofia para crianças são vias de exploração da filosofia desejáveis, mas o Público trata-as como se a filosofia somente acontecesse nessas áreas, o que é falso. Para um artigo de divulgação ao público em geral, ficou por falar no que hoje se investiga em filosofia e com que métodos se faz a investigação. Fica também por abordar o lugar central que a filosofia ocupa no nosso país no ensino secundário, como formação geral dos currículos de ensino regular. Claro que me podem dizer que um artigo não pode abordar tudo, mas precisamente por essa razão é que o artigo deveria ter abordado o central na filosofia, ainda que exista todo o mérito no esforço que a consultadoria filosófica tem feito em Portugal, nomeadamente com a APAEF. Mesmo com uma imagem patusca – muito por culpa dos promotores da filosofia tuga – temos ainda assim a filosofia com lugar de destaque nas páginas centrais de um dos principais diários nacionais. E ainda bem!
O jornal faz ainda a apresentação da colecção que se inicia amanhã de Grandes Pensadores.
Rolando Almeida
publicado por rolandoa às 13:21

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Intenso, demasiado intenso

Intenso, demasiado intenso este novo album dos britânicos Portishead, após uma década de espera. Chama-se "3". É uma proposta de fim de semana. Por agora, tenho de ir ao quiosque comprar o jornal Público. Ouvi dizer que há um destaque à filosofia. E, para amanhã. temos o início da colecção de Grandes Pensadores.

Rolando Almeida

publicado por rolandoa às 12:30

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Sábado, 15 de Março de 2008

Valeu mesmo a pena traduzir

O best seller de Al Gore editado entre nós pela Esfera do Caos, é um livro potente para desmascarar as peias com que se ergue o poder, principalmente o norte americano, na sociedade dos nossos dias. Não se trata de uma obra que respire da versatilidade de raciocínio de um Sobre a Liberdade de Stuart Mill. É, ainda assim, um livro que nos traça um retrato histórico e incomodativo sobre os dias da Administração Bush. Claro que ainda falta traduzir para português a obra de Peter Singer, G. W. Bush, o presidente do bem e do mal, um livro que respira claramente para os lados da filosofia no ramo da ética aplicada. O livro de Al Gore não possui a sofistificação filosófica dos textos de Singer, mas mesmo assim é uma obra que nos lança ao debate sobre os fundamentos da democracia. Pela minha parte prefiro a análise de Singer à de Al Gore, mas detive-me umas horas sobre este livro e deixo uma nota de urgência para o que o autor nos revela. Já vai na 2ª edição pela Esfera do Caos. Al Gore, foi prémio Nobel da Paz em 2007. Uma nota final (apesar de me tornar repetitivo) para a qualidade material destes livros. Dá gosto tê-los nas mãos. Um pequeno luxo a um preço modesto.
Al Gore, O ataque à razão, Esfera do Caos, 2008 (2ª ed), Trad. Mariana Pardal Monteiro
publicado por rolandoa às 23:37

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Mais que um manual

Porque é mais que um manual, A Arte de Pensar constitui também um bom livro para quem pretende iniciar-se à filosofia. A edição para o 11º ano está pronta, para a qual desejo as maiores felicidades em nome de um ensino da filosofia que se pretende rigoroso e didacticamente orientado, para além de ser um dos raros manuais de filosofia portugueses que ensina filosofia. Fica a apresentação.
 
Rolando Almeida
publicado por rolandoa às 01:13

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Sexta-feira, 14 de Março de 2008

Diz-me que manual preferes e dir-te-ei como ensinas

Depois do desafio que lancei aos professores de filosofia para a crítica pública de manuais, é chegada uma segunda resposta, após a da Cátia Faria, desta vez do professor Valter Boita, professor de filosofia do ensino secundário. Fica o texto para apreciação de todos e a palavra de agradecimento da minha parte.

Diz-me que manual preferes e dir-te-ei como ensinas
 
            Têm proliferado os comentários, uns mais argutos outros mais incautos, sobre a avaliação dos professores. Não há avaliação dos professores em abstracto, dever-se-ia falar de avaliação dos professores de Educação Visual, de Português ou de História, em particular. E uma boa régua para medir a qualidade dos professores é a adopção de manuais. Ainda que jocosa, pretendo esclarecer a seguinte afirmação: diz-me que manual adoptas, dir-te-ei que professor és. Talvez esteja a incorrer numa hipérbole, contudo, irei apresentar razões que mostram que esta minha posição pode ser aceitável. Por outro lado, irei apenas ater-me aos manuais de filosofia, a fim de evitar generalizações precipitadas.
            Valter Boita
publicado por rolandoa às 00:03

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Quarta-feira, 12 de Março de 2008

Semana da História na EBS Gonçalves Zarco

Aqui fica o registo com duas fotos, da Semana da História da EBS Gonçalves Zarco. A Filosofia, esteve presente, como prova uma das duas fotos.

Rolando Almeida

publicado por rolandoa às 14:54

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Terça-feira, 11 de Março de 2008

Mindfucking

O novo livro de Colin McGinn leva o sugestivo título de Mindfucking,. Segundo o que li no blog do filósofo, ao estudar religião aprofundou o seu interesse pelo tema da manipulação psicológica. Antes da sua publicação oficial, McGinn falou no livro a algumas pessoas que pensaram tratar-se de alguma brincadeira ou provocação, mas na realidade trata-se de um trabalho sério sobre como as mentes humanas podem ser manipuladas por outras pessoas, os media, governos, etc… Quem me dera poder traduzir o título deste livro sem ser tomado por mal educado!
Ficamos a aguardar o interesse de algum editor português.
Em português, de Colin McGinn temos traduzido,
Como se faz um filósofo?, Bizâncio (Ver aqui e aqui)
Rolando Almeida
publicado por rolandoa às 19:36

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Sociedades Artificiais

Chegou-nos esta informação sobre uma interessante proposta de ciclo de conferências. Clicar na imagem para aceder a toda a informação completa.

publicado por rolandoa às 16:48

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Segunda-feira, 10 de Março de 2008

Manuais Escolares

Em resposta ao meu apelo inicial para os professores se pronunciarem sobre manuais escolares, recebi uma resposta bem reflectida da professora de filosofia, Cátia Faria. Publico o texto na integra.
 
Manuais Escolares
 
A escolha de manuais é um momento de grande divergência e polémica nas escolas e, em particular, no Grupo de Filosofia. Defendo que ainda bem que há essa divergência, sendo, contudo, certo que alguém está errado nesse confronto. Gostaria aqui de recordar os principais critérios que orientam habitualmente esta escolha, chamando a atenção para alguns equívocos e contradições que o seu cumprimento poderá levantar.
 Cátia Faria
publicado por rolandoa às 23:20

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Sexta-feira, 7 de Março de 2008

Semana da História na EBS Gonçalves Zarco

A nossa escola, a Básica e Secundária Gonçalves Zarco, no Funchal, apresenta a Semana da História. Desde exposições, pedipaper, filmes, conferências, etc... vão possibilitar aos estudantes e professores um convívio natural e saudável, fora das salas de aula, com os conteúdos da disciplina de história. Entre todas as actividades, também eu vou colaborar com uma palestra na sala de sessões, dia 12, Quarta Feira, pelas 10 horas, intítulada, «O papel da história na filosofia». Espero que todos participem e aprendam mais história. A semana decorrerá entre os dias 10 e 14 de Março.

publicado por rolandoa às 20:49

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Quinta-feira, 6 de Março de 2008

Críticas à teoria ética de Kant

Apresento aqui uma série de primeiras críticas à ética Kantiana. Os textos são da autoria de Luís Rodrigues e pertencem ao seu manual de Filosofia, para o 10º ano, publicado na Plátano sendo um dos melhores manuais disponíveis para ensinar e aprender filosofia. Agradeço ao autor a autorização para publicação destes excertos.

publicado por rolandoa às 14:45

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Rolando Almeida


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Blog de divulgação da filosofia e do seu ensino no sistema de ensino português. O blog pretende constituir uma pequena introdução à filosofia e aos seus problemas, divulgando livros e iniciativas relacionadas com a filosofia e recorrendo a uma linguagem pouco técnica, simples e despretensiosa mas rigorosa.

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