Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008

Existencia, sentido e inferência no Tratactus

Recentemente chegou-me às mãos um estudo que me parece interessante sobre Wittgenstein, abordando três grandes vectores da filosofia de Wittgenstein no Tractatus, o da existência de objectos, do sentido linguístico e da concepção de inferência. Este é o percurso analisado por Rui Daniel da Costa Cunha, autor do estudo. Para abrir o apetite o autor começa com uma citação de Ryle que nos indica que o Tractactus de Wittgenstein pode ser descrito como o primeiro grande livro de filosofia da lógica. Para abrir o apetite deixo um pouco da introdução e regressarei em breve a esta obra, assim que a ler na totalidade.
 Rolando Almeida
publicado por rolandoa às 18:21

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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008

Filmes e os problemas filosóficos

Para todos aqueles que discordaram dos meus posts sobre a Formiga Z, eis uma lista que propõe alguns filmes para ilustrar problemas filosóficos. Nesta lista também aparece a Formiga Z, contrariando parcialmente a minha posição de que os métodos propostos pelo manual Pensar Azul para análise filosófica de problemas, são métodos vagos. E contradiz parcialmente visto que, nesta lista, a proposta do filme, aparece em o indivíduo versus sociedade / colectivo, que não corresponde de todo à tarefa que o manual em causa propunha. Mas esta lista também é útil para mostrar a controvérsia e discussão do programa de filosofia em Portugal, bem como das opções didácticas de alguns manuais. Um problema que merece de todo a discussão publica, pelo menos por parte dos agentes educativos ligados à filosofia. A lista foi elaborada por Barndon Rickabaugh, presidente da Philosophical Society de Santiago Canyon College.
Rolando Almeida
 
publicado por rolandoa às 19:16

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Modelos para adorar deuses

Um dos aspectos fundamentais na filosofia, mas que ainda levanta sérias confusões, prende-se com os argumentos de autoridade. Um argumento é de autoridade quando a autoridade é invocada para argumentar em favor de uma tese. Assim, se eu disser que “Cristiano Ronaldo disse que existem mais estrelas no universo que grãos de areia nas praias todas do planeta” ninguém se vai deixar persuadir por este argumento, uma vez que o Cristiano Ronaldo não é uma autoridade em astrofísica. Mas se eu disser que “Carl Sagan diz que existem mais estrelas no universo do que grãos de areia nas praias todas do planeta”, é perfeitamente aceitável que nos deixemos persuadir pelo argumento, uma vez que Carl Sagan é um astrofísico conceituado e reconhecido pelos seus pares.
Rolando Almeida
 
publicado por rolandoa às 00:22

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Terça-feira, 29 de Janeiro de 2008

Mais uma falácia

Recentemente li algumas posições argumentativas que merecem um pequeno reparo. A primeira das quais confunde crença com o sentido em que habitualmente usamos o termo no senso comum, de crença religiosa. O segundo reparo dirige-se a uma posição que é comum ter-se, mas incorre numa falácia argumentativa. Consiste em não tomar posição sobre um determinado problema, pensando que desse modo se fica isento para poder ajuizar de modo imparcial.
Rolando Almeida
publicado por rolandoa às 01:29

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Domingo, 27 de Janeiro de 2008

Zarco Sofia no De Rerum Natura

A entrevista feita pelos alunos do 11º 4, da Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco a Desidério Murcho e publicada na Zarco Sofia, acaba de ser publicada no blog De Rerum Natura.

Ficamos todos satisfeitos. Vale a pena ler.

 

 

publicado por rolandoa às 23:31

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Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2008

Correcção

Agradeço a correcção de um leitor anónimo. Na verdade, o teólogo, Alister McGrath tem uma obra chamada Dawkin`s God e outra que é Dawkins Delusion. Trata-se de livros diferentes e que eu, no meu post, tomei erradamente como sendo o mesmo.

Rolando Almeida

publicado por rolandoa às 22:16

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40.000

Bem, isto de assinalar números não deve tornar-se um hábito, mas não consigo resistir a registar mais este número gordo: 40 mil visitas. Obrigado a todos. É o melhor incentivo para a continuidade deste trabalho e uma prova que os assuntos da filosofia possuem um interesse crescente.

Rolando Almeida

publicado por rolandoa às 17:11

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A delusão Dawkins

A discussão promete vender e ainda bem. Acaba de sair a tradução em português de Dawkins Delusion, a resposta do teólogo Alister McGrath ao livro de Richard Dawkins, God Delusion, tradução portuguesa, A desilusão de deus. Ainda não tenho o livro, mas a discussão da tradução dos títulos de ambas as obras em português deve ser para continuar, uma vez que o título do livro de McGrath aparece traduzido como, O Deus de Dawkins. Pena é que os editores portugueses ainda não tenham despertado para a urgente tradução de obras de introdução à filosofia da religião que existem às dezenas e bem mais atraentes que estes best sellers da religião. Enquanto isso, ficamos a assistir somente a uma parte do combate, a mais visível, mas nem por isso a mais interessante.
Alister McGrath, O Deus de Dawkins, Aletheia, 2008
 
publicado por rolandoa às 17:10

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Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2008

Ensina a ti mesmo Filosofia

Mesmo no fim do final de semana, aproveitando ainda algum tempo útil para as leituras, não podia deixar de vir aqui deixar mais uma sugestão, não só para os leitores, mas também para os editores. Tendo em vista que o grande negócio em Portugal em 2008 foi a fusão de várias editoras pelo grupo Leya e dando seguimento a um artigo no último número da revista Visão, dá para acreditar que o mercado dos livros em Portugal existe e está em vias de expansão. Se assim for, pensando no segmento do grande público, seria uma prenda muito boa para 2008 se víssemos alguns dos volumes de Mel Thompson, da colecção Teach Youserfelf, traduzidos para a nossa língua. Creio que o nome da colecção é um poderoso indicativo da missão de cada livro. Muito mais cuidados que os volumes da colecção For Dummies (a Porto Editora tem traduzidos alguns volumes desta colecção para português, que curiosamente também tem um sobre lógica e outro de filosofia para totós, mas estes ainda a esperar edição portuguesa), estes livrinhos são vendidos a preço fixo, bastante baixo e abrange diversas áreas. Daquela que aqui mais interessa, a filosofia, ficou sob a responsabilidade de Mel Thompson e já tenho em mãos 3volumes excelentes, Philosophy of Religion, Etichs e Philosophy. Tratam-se de introduções aos temas. Não são bons livros por serem introduções, mas por serem boas introduções. Mel Thompson tem já alguma experiência neste tipo de edições. Os argumentos filosóficos são expostos de modo claro, mas completo. Grande parte dos temas de Etichs e Philosophy of Religion estão já explorados em Philosophy, mas de modo muito mais breve. Estes livros valem sobretudo pela actualidade e, em Portugal, seriam uma boa piscadela de olho ao ensino secundário, provando ao mesmo tempo o quanto a grande maioria dos manuais de filosofia necessitam de urgentes upgrades.
Para quem gosta de ler em língua inglesa estes livros existem às centenas. Cabe ao leitor escolher aqueles que lhe convém. Esta é uma colecção muito adequada ao mercado português.
Rolando Almeida
publicado por rolandoa às 01:08

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Sábado, 19 de Janeiro de 2008

Desafios matemáticos

O primeiro volume da nova colecção de quiosque da RBA é um mimo e a colecção promete. Chama-se – a colecção – Desafios Matemáticos e custa menos de 4€ o primeiro título. O livro é da autoria de Martin Gardner, Ah, apanhei-te (Paradoxos de pensar e chorar por mais), e apresenta-nos os mais famosos paradoxos matemáticos, muitos deles, a maioria mesmo, desenvolvidos por filósofos, desde o paradoxo do mentiroso, ao paradoxo do barbeiro de Russell, para resolver o problema dos conjuntos. O livro é um mimo delicioso. Comprei-o hoje mesmo ao passar por um quiosque e já li alguns capítulos verdadeiramente desafiantes para a inteligência. Para além de tudo este livro é uma prova fulminante de como não é necessário escrever com linguagem técnica para expor os principais problemas que se colocam à matemática e à filosofia. Recomenda-se a leitura independentemente da idade. Provavelmente vale mesmo a pena assinar a colecção ou aguardar sempre no quiosque mais próximo, o volume que se segue. A colecção promete mesmo. Quem disse que aprender matemática custa?
Martin Gardner, Ah, Apanhei-te (paradoxos para pensar e chorar por mais), RBA, 2008 (direitos de edição da Gradiva)
publicado por rolandoa às 22:45

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Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2008

Grupo de Filosofia e Área de Integração nos cursos Profissionais

Recentemente um colega de filosofia interpelou-me sobre a questão de quem deve leccionar a disciplina de Área de Integração no ensino profissional. Usou um argumento que vejo ocorrer muitas vezes e que, creio, não colhe muitos frutos, nem tendo em atenção a verdade pedagógica, nem o interesse particular do grupo de filosofia em não perder horários de leccionação. O argumento foi que o programa da disciplina de AI tem muitos conteúdos de filosofia, mas também de história e geografia, entre outros. Quererá isto dizer que devemos recomendar que sejam os colegas das outras disciplinas a leccionar a AI? É que se o fizéssemos, o argumento em questão é exactamente o mesmo para a filosofia e para as outras disciplinas.
Rolando Almeida
publicado por rolandoa às 12:59

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Terça-feira, 15 de Janeiro de 2008

ZarcoSofia 2008

Eis que temos já disponível o primeiro número da ZarcoSofia 2008. Nele incluímos muitos artigos de alunos e uma entrevista a um filósofo profissional feita pelos alunos do 11º da nossa escola. A revista tem alguns atractivos e encontra-se à venda na reprografia da escola.
Espero que gostem! E boas leituras filosóficas…
 

Rolando Almeida

publicado por rolandoa às 01:55

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Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2008

Política Educativa II – O estranho mundo da economia

A propósito do meu post recente sobre política educativa, lembrei-me de escrever mais qualquer coisa em relação ao assunto. A ideia não é pura e simplesmente “bater” na política e nos políticos. Não que eles não mereçam, de vez em quando. Mas creio que também merecem qualquer coisa de elogioso quando tomam medidas acertadas. Recentemente, inspirado pela leitura do livro que aqui faço referência de Álvaro Santos Pereira, Mitos da economia portuguesa, Guerra e Paz, 2007, corri atrás de alguns livros de introdução à economia.
Rolando Almeida
publicado por rolandoa às 14:49

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Sábado, 12 de Janeiro de 2008

Filosofia no jornal Público

A partir da próxima terça feira, dia 15, Desidério Murcho regressa à divulgação da filosofia no jornal Público. Autor de várias obras, algumas delas de divulgação, director da Revista Crítica e de algumas colecções de filosofia, tradutor, autor de um manual escolar de filosofia,  desdobrando-se ainda em muitas outras actividades, é também formador de professores do ensino secundário e, como disse, possuidor de um gosto pela divulgação da filosofia particularmente incomum em Portugal. A cultura filosófica ficaria muito mais rica com mais alguns Desidérios. Enquanto não aparecem, vamos mesmo ficando com este. A coluna de texto será semanal, no Jornal Público.
publicado por rolandoa às 21:55

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Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2008

Filosofia na web IV

Virtual Philosopher
Desta vez escolhi um blog em língua inglesa, daquele que considero um dos melhores divulgadores da filosofia na actualidade. Professor de filosofia na Open University, Warburton tem desenvolvido um interessante trabalho em vários domínios da sua matéria de conhecimento. É neste blog (atenção aos outros blogs linkados de Nigel Warburton) que Warburton cria os poadcasts referentes, na sua grande maioria, à leitura de excertos dos seus inúmeros livros.
Como lema do blog, aparece um a frase de John Searle que refere, “o que não podes dizer com clareza, não o podes compreender” e a obra de Warburton faz justiça à citação de Searle. Ela prima, de facto, pela clareza, como o atestam os livros que entretanto já foram traduzidos do autor para a língua portuguesa, O que é a arte (Bizâncio, 2007), Elementos básicos de filosofia (Gradiva, 2007, 2ª ed.) e Grandes livros de filosofia (Ed. 70, 2001).
Para além de tudo, o blog de Warburton é uma prova clara do trabalho que pode ser desenvolvido quando um professor tem gosto pelo seu trabalho e pela sua disciplina. Expõe-se, divulga e quem com isso ganha a valer, é a filosofia.
Obrigado Nigel
publicado por rolandoa às 18:58

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Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2008

Política Educativa

Surgiu na imprensa uma notícia sobre a auto avaliação do Ministério da Educação relativamente ao ano de 2007. Este blog não prosa sobre matérias educativas, ou de políticas educativas. Aborda essencialmente as edições, novidades e assuntos de interesse particular para a filosofia. Com efeito, se o ensino da filosofia não anda melhor (como de todas as outras disciplinas, já agora), tal também se deve, em grande medida, à actuação dos principais agentes educativos, tendo à cabeça o Ministério da Educação e as respectivas políticas educativas. Em matéria de política educativa muito há que dizer, mas posso resumir aqui o que tem acontecido nas últimas décadas como aquilo que na economia se chama de distorção de incentivos.
Rolando Almeida
publicado por rolandoa às 21:38

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Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008

Universidades

Seguindo uma sugestão encontrada no De Rerum Natura, comprei este livro de Álvaro Santos Pereira, Os mitos da economia portuguesa, Guerra & Paz, 2007, o mesmo autor de Diário de um deus criacionista, Guerra & Paz. É uma cartada fora do baralho uma vez que não costumo ler livros de economia, mas tratando-se de uma obra de divulgação queria saber o que os economistas têm a dizer sobre o mundo. Poderia ter comprado o Freaknomics, mas comecei mesmo por este. Fiquei surpreendido com a análise lúcida e moderna do autor. De repente estava, também, todo contente, a discutir economia. Mas isso é outro assunto. Longe de ser mais um velho do Restelo, pessimista à portuguesa, Álvaro dos Santos Pereira olha para a realidade portuguesa sem os complexos habituais da crítica económica em Portugal. Entretanto vejam o que lá encontrei:
publicado por rolandoa às 01:54

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Domingo, 6 de Janeiro de 2008

Empregabilidade em filosofia II - Porque é que certos países recrutam filósofos para as empresas?

Recentemente tem chegado algumas notícias, mesmo na imprensa portuguesa, de fenómenos para nós verdadeiramente bizarros. De repente, grandes empresas recrutam para os seus quadros, pasme-se, licenciados em filosofia! A formação filosófica que se tem em Portugal só permite apreciar um fenómeno destes quase como um delírio. Mas que vai a gente da filosofia fazer numa empresa? Talvez possam citar Heidegger a plenos pulmões entre secretárias e amontoados de papéis com planos financeiros, recibos, fichas de cliente, etc… Pode ser que saiba sempre bem ouvir “dasein” enquanto se trabalha para o lucro financeiro. Ou, quem sabe, talvez os filósofos sejam contratados para mostrar aos instrumentalizados funcionários que as suas existências vão muito mais além do trabalho que produzem.
Rolando Almeida
publicado por rolandoa às 16:10

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FpC - Alteração de data da Acção de Formação

AVISO: a mais recente acção de formação de Filosofia para Crianças, promovida pela Associação de Professores de Sintra, foi alterada para o dia 19 de Janeiro.
publicado por rolandoa às 12:35

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Sábado, 5 de Janeiro de 2008

Empregabilidade em filosofia

Aproveitei a interrupção de festas para, sem qualquer devoção religiosa, comer mais um pouco que o habitual e encontrar amigos e familiares que só tenho a oportunidade de os ver nesta altura nataleira. Em conversa com uma jovem familiar de um amigo, estudante, no curso de engenharia informática, descobri que no currículo do curso tem duas disciplinas que nos são, a nós, da filosofia, muito familiares: lógica e retórica e comunicação. Quando interpelei a jovem sobre o programa das disciplinas, em ambas, me disse que eram uma chatice, uma conversa engraçada que pode ser, por exemplo, sobre futebol ou religião, mas que não via grande viabilidade daquelas disciplinas no curso uma vez tratando-se de disciplinas demasiado teóricas. Se, por um lado, há uma falta de reconhecimento cultural da utilidade de uma teoria, por outro, há aqui algo de muito estranho: é que ambos os professores destas disciplinas não possuem qualquer formação em filosofia, muito menos no pensamento crítico (que é só uma das derivações mais transversais da filosofia), isto segundo a jovem. Cabe então perguntar sobre o que andam os filósofos e a filosofia a fazer em Portugal?
Rolando Almeida
publicado por rolandoa às 21:17

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Rolando Almeida


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Blog de divulgação da filosofia e do seu ensino no sistema de ensino português. O blog pretende constituir uma pequena introdução à filosofia e aos seus problemas, divulgando livros e iniciativas relacionadas com a filosofia e recorrendo a uma linguagem pouco técnica, simples e despretensiosa mas rigorosa.

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