Sábado, 14 de Março de 2009

Para pensar

Medo1 _ capa. A queixa:

As nossas escolas não fomentam o pensamento crítico ou a criatividade dos alunos, nem preparamos alunos para aproveitarem novas oportunidades de negócio.

Dada a queixa, porque não fazer isto:

Por que não introduzir nos nossos currículos livros de divulgação como os excelentes Física Divertida de Carlos Fiolhais ou a Matemática das Coisas de Nuno Crato?

Finalmente, porque não promover uma maior concorrência entre as escolas aos níveis local, regional e nacional? Sim, leu bem. É preciso pôr as escolas a competir umas com as outras. Não nos leva a lado nenhum viver com utopias românticas de que o ensino e os currículos devem ser uniformizados pelo nosso Estado sabichão e paternalista. Por que não dar mais autonomia às escolas na escolha dos currículos, dentro dos limites impostos pelo conhecimento mínimo necessário aos exames nacionais? Por que não recompensar as escolas cujos professores se distinguem? Por que não subsidiar mais o ensino privado? Por que não introduzir currículos alternativos? Por que não atribuir mais recompensas financeiras às escolas que se destaquem em prol da qualidade educativa e do combate ao abandono e insucesso escolares? Por que não dar prémios aos professores e às escolas cujos alunos obtêm boas notas nos exames nacionais? Por que não dar mais recursos às escolas cujos alunos se evidenciam nesses exames? (…) se aspiramos realmente a instaurar uma cultura de excelência na Educação, não podemos ter receio de procurar melhores soluções, melhores incentivos e melhores recompensas, tanto para os nossos alunos como para os nossos professores.

Álvaro Santos Pereira, Medo do insucesso nacional, Esfera dos Livros, 2009, pp. 249,252

publicado por rolandoa às 14:15

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Rolando Almeida


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